O ano em que o fandom mandou: como os fãs viraram a força que decide o que bomba.
Em 2025, ficou impossível ignorar: não é só o artista, a série ou a marca que decide o que vai explodir, são os fãs. O fandom deixou de ser apenas plateia e virou máquina de impulsão cultural. Ele faz mutirão, cria trend, puxa streaming, defende narrativa, cancela, resgata, e transforma qualquer lançamento em evento.
Isso aparece na música quando um fandom elege o hit e faz virar onipresente, nas séries quando um personagem vira o centro da conversa e até em produtos quando um item vira símbolo de identidade do grupo. A internet amplifica isso porque a lógica é simples: quando um fandom decide, ele movimenta algoritmo.
O fenômeno tem duas faces: a positiva é o poder de mobilização e pertencimento. A outra é a pressão, porque vira disputa de narrativa, guerra de opiniões e competição por atenção. Ainda assim, o fato é um só: em 2025, fandom não foi detalhe. Foi força central.
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