Janeiro costuma começar com um impacto direto no bolso: contas sazonais, reajustes, retomada de despesas e mudanças que passam despercebidas durante o ano. Por isso, entender o que muda na economia doméstica no início de 2026 é uma forma simples de evitar sustos.
O primeiro ponto é o retorno de despesas adormecidas: escola, transporte, assinaturas, IPVA (dependendo do estado) e gastos do dia a dia que voltam com força após as festas. O segundo é o efeito dos reajustes típicos do começo do ano: tarifas, contratos, serviços e preços ajustados pela inflação.
A dica prática é entrar em janeiro com três medidas:
- revisar seus gastos fixos;
- planejar as despesas do primeiro trimestre;
- cortar excessos invisíveis (assinaturas, taxas, compras por impulso).
Não é sobre virar uma pessoa rígida, é sobre começar 2026 com mais previsibilidade, porque previsibilidade é o que dá paz financeira.
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